Ozempic, cai nesta sexta-feira (20/3) no Brasil. Mas a expectativa de comprar a caneta emagrecedora por um preço mais baixo não deve se concretizar neste mês, devido a dificuldades regulatórias e industriais.
Criadora do Ozempic, para se manter relevante no Brasil, seu oitavo maior mercado no mundo. A farmacêutica dinamarquesa passará a produzir em Minas Gerais suas canetas, hoje importadas.
Concorrência ainda limitado entre as empresas brasileiras, o que levaria à prática de preços não muito abaixo do que já é visto hoje, segundo analistas do setor.
Produção do "Ozempic brasileiro" — como a versão similar tem sido chamada —, um dos pivôs do mercado das canetas emagrecedoras, que viu seu faturamento dobrar no ano passado e movimentou cerca de R$ 12 bilhões no Brasil.
Podemos nos antecipar, mas só com a compra de matéria-prima", diz Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.
Colocar no mercado em 30 ou 45 dias após a queda de patente, mas este a gente acredita que em menos de 90 dias não é possível."
As primeiras canetas emagrecedoras brasileiras — a Olire e a Lirux, cujo princípio ativo é a liraglutida, o mesmo usado no Saxenda e no Victoza, da Novo Nordisk.
Surjam intercorrências, principalmente ligadas à importação de insumos e à distribuição para as farmácias, uma dificuldade constante em um país de dimensões continentais.

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