Vírus de sabotagem baseado em Lua, desenvolvido anos antes do famoso Stuxnet e projetado para manipular softwares de cálculo de alta precisão como o LS-DYNA, usado por instituições iranianas de engenharia civil e processos industriais.
Um ataque datado de 2005 e aparece referenciado no vazamento de ferramentas ofensivas da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), feito pelo grupo ShadowBrokers. Esse é o mesmo vazamento que expôs parte do arsenal cibernético dos Estados Unidos.
Primeiros usos da linguagem Lua em malware para Windows quando encontrou o arquivo svcmgmt.exe. Ele é um binário de serviço com uma máquina virtual Lua 5.0 embutida que referenciava o driver de kernel fast16.sys.
Windows que carregava dentro de si um interpretador completo da linguagem Lua. Há evidências, segundo a empresa, de que o Fast16 pode ter sido desenvolvido pelos próprios americanos, assim como o Stuxnet.
Senhas padrão ou fracas em compartilhamentos de rede no Windows 2000 e XP, usando APIs padrão do sistema. Mas a propagação era condicionada à ausência de chaves de registro associadas a fornecedores específicos de segurança, basicamente impedindo que o malware se executasse em ambientes monitorados.
Consciência ambiental é notável, avalia a SentinelLabs. A lista de produtos rastreados provavelmente refletia o que os operadores esperavam encontrar nas redes-alvo, tecnologias cuja presença poderia comprometer o sigilo da operação.

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