Canção sua dor por uma traição amorosa, recorreu a uma comparação que não precisava de explicação: "Você trocou um Rolex por um Casio".
Mas a primeira só poderia ser essa: bastava invocá‑la para que sua audiência global a entendesse imediatamente como sinônimo da coisa mais valiosa que alguém pode possuir… E perder.
Alcançaram esse nível de penetração cultural.
De ouro polido e cravejado de diamantes que proclama sucesso aos quatro ventos ou um modelo mais discreto, que sussurra refinamento, todos falam o mesmo idioma.
Mercado de luxo que marcam o tempo com uma precisão respaldada por uma engenharia altamente sofisticada, a Rolex tem sido líder incontestável há mais de meio século.
Swiss Watcher 2025 da Morgan Stanley e da LuxeConsult, que examinou as 50 principais marcas, confirma isso.
Participação implícita no mercado varejista de 33%; a segunda colocada na lista a Richemont, com seus relógios Cartier tem 9%.
Rolex foram vendidos no ano passado, o que se traduz em receitas estimadas de cerca de US$ 14,8 bilhões (R$ 74 bi) um valor difícil de imaginar e, neste caso, difícil de confirmar, já que a centenária relojoaria é singular.
Alfred Davis, a empresa Wilsdorf & Davis, em Londres, importando mecanismos de relógios suíços. Três anos depois, registrou a marca Rolex, uma palavra inventada, fácil de pronunciar em qualquer idioma e suficientemente curta para caber em um mostrador.
Relógio de pulso, e Wilsdorf se uniu a essa tendência com uma obsessão particular: demonstrar que esses pequenos objetos presos ao pulso podiam alcançar a precisão dos grandes cronômetros marítimos, o mais alto padrão de exatidão da época.
Participou de competições de cronometria, pois a precisão não era apenas um atributo técnico: era o principal argumento de venda.
Relojoaria, a Rolex nem sempre foi a primeira a conceber uma ideia, mas frequentemente foi a primeira a levá‑la à sua forma definitiva e a gravá‑la na memória coletiva.
Relógio de pulso hermeticamente selado e resistente à água.

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