As grávidas cubanas que sofrem com país à beira do colapso

 

Donald Trump impôs um bloqueio quase total a Cuba, três meses atrás, Mauren Echevarría Peña está alojada em uma ala especializada da maternidade da capital do país, Havana.

Espera seu primeiro filho e teve uma gravidez complicada.

Gestacional e hipertensão crônica", explica ela.

Ramón González Coro e com o parto programado para perto do final do mês, Echevarría está nervosa.

Sob constante supervisão, como também precisará dar à luz em uma nação que sofre apagões gerais prolongados, que podem durar um dia inteiro.

32,8 mil mulheres grávidas em Cuba, segundo as estatísticas do governo local. E muitas delas não contaram com o mesmo apoio do Estado recebido por Echevarría.

Indira Martínez, grávida de sete meses, não consegue cozinhar o café da manhã há dias — nem mesmo fazer um café com leite.

Afunciona e a única forma de cozinhar é usando um pequeno forno a lenha improvisado, construído pelo seu marido.

Quando a energia volta, para cozinhar o que tiver", ela conta.

Proteínas de que preciso e certamente não mata minha fome maior por causa da gravidez", explica.

Circunstâncias difíceis em meio à sua gravidez estão claramente minando sua resiliência.

Ttrabalho para não expor seu bebê aos produtos químicos usados no salão de beleza. Por isso, a família vem se mantendo com os modestos ganhos do seu marido, que trabalha como ferreiro.

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