Por que Trump demitiu a procuradora-geral Pam Bondi

 

Pam Bondi foi demitida pelo presidente americano Donald Trump nesta quinta-feira (2/4). O vice-procurador-geral Todd Blanche assumirá o cargo interinamente, de acordo com a CBS, emissora parceira da BBC nos EUA.

Embora o momento possa parecer um pouco repentino, afirma Bernd Debusmann Jr., repórter da BBC News na Casa Branca.

Suprema Corte para ouvir os argumentos no caso que discute o fim do direito automático à cidadania para pessoas nascidas em território americano — conhecida como "cidadania por nascimento".

Com Bondi devido à forma como ela lidou com os arquivos de Jeffrey Epstein, bilionário que morreu na prisão em 2019, enquanto aguardava novo julgamento, uma década após ter sido condenado como criminoso sexual.

Político acusaram a agora ex-procuradora-geral de má gestão na divulgação dos arquivos de Epstein, observa Debusmann Jr.

E uma amiga leal, que serviu fielmente como minha Procuradora-Geral no último ano", escreveu Trump.

Supervisionando uma repressão massiva ao crime em todo o país, com os homicídios caindo para o nível mais baixo desde 1900", acrescentou o republicano.

Do gabinete de Trump neste mandato, após as demissões da ex-secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, no início deste ano, e a do conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz — cujo cargo foi incorporado à pasta de Marco Rubio.

Casa Branca em janeiro do ano passado, comentaristas políticos americanos têm observado que a relativa estabilidade em seu gabinete representa uma mudança drástica em relação ao seu primeiro mandato caótico, observa Debusmann Jr.

Trump viu a saída da procuradora-geral interina Sally Yates, do conselheiro de Segurança Nacional Mike Flynn, do diretor do FBI James Comey, do chefe de gabinete Reince Priebus, do estrategista-chefe Steve Bannon e do secretário de Saúde Tom Price, entre outros.

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